TRANSLATOR

RADIO V1VA ELV1S 24 Hrs

Opgradér venligst Flash.

For at opleve Always Elvis i bedste kvalitet på vores afspiller, skal du opgradere din flash..

Hent Flash

Efter flash er installeret, skal du lukke dette vindue og åbne afspilleren igen.


SMS gateway og streaming by CoolSystems.dk

sábado, 4 de abril de 2015

Entrevista com Sherrill Nielsen

Entrevista com Sherrill Nielsen

A entrevista a seguir foi traduzida para o português e editada a partir de sua fonte original.
Todos os direitos sobre ela pertencem ao Fã-Clube Oficial de Elvis Presley na Austrália.
________________________________________________________________________________

Não é segredo que Elvis adorava a voz do tenor Sherrill Nielsen. Durante um dos dos shows de 1970 em Las Vegas, Elvis o introduziu como "o melhor tenor da música gospel". Nos anos finais Sherrill fez parte dos músicos do Rei do Rock tanto no palco como no estúdio.

Ele pode ser ouvido fazendo a harmonia em 'Spanish Eyes' e 'Help Me' e é Sherrill que faz o falsetto no final de 'Unchained Melody'. Mas ele provavelmente é mais conhecido por cantar 'O Sole Mio' na introdução de 'It's Now or Never' nos shows de 1976 e 1977 e pela diferente 'Softly, As I Leave You', onde canta enquanto Elvis recita a letra.

A música gospel é muito importante e presenta na vida de Sherrill e ele foi o tenor em grupos muito influentes como The Speer Family, The Statesmen e The Imperials. Ele foi introduzido no Hall da Fama Gospel pelas conquistas nessa área.

A entrevista a seguir se deu em sua casa em Viborg, Dinamarca, em 2010.
_________________________________________________________________________________

Você ouvia muito as músicas de Elvis nos anos 50?

Eu me lembro de sentar no conversível de um amigo durante a adolescência e ouvir 'Hound Dog'. Eu gostava, era divertido. O engraçado é que eu gostava das músicas dele, mas não era grande fã dele. Passei a ser um grande fã quando o conheci. Eu não tinha muita chance do ouví-lo, estavamos sempre ocupados com nossas apresentações. The Imperial faziam mais de 200 shows por ano.

Em 1966 The Imperials trabalharam com Elvis pela primeira vez.

Sim, eu lembro da primeira vez em que nos encontramos com ele, foi no estúdio B da RCA em Nashville. Ele entrou pela porta, veio até mim, esticou a mão e disse: 'Oi, eu sou Elvis Presley. Tenho todos os seus discos. Você é um dos meus cantores favoritos'. Aquela foi minha introdução a ele. Eu não sabia que ele me conhecia, mas ele via nosso programa de TV matinal. Começava às seis horas da manhã, e ele ficava acordado para nos ver e depois ia dormir.

Quais foram suas impressões sobre ele na época?

Ele era basicamente um cara muito bom. Ele me pediu para sentar ao piano e lhe ensinar uma música que eu recentemente tinha gravado, 'Where No One Stands Alone'. Foi um momento de admiração mútua. Ele não tinha vergonha de dizer que me admirava pelo que eu fazia e como fazia. Depois disso eu percebi como ele era perfeccionista e competente como cantor e músico. Ele sabia exatamente o que queria.

Os métodos de gravação dele eram diferentes do que você estava acostumado?

Para mim não, porque ele queria fazer certo. Ele fazia e refazia até estar tudo certo. O diferente era o fato de ele não se preocupar com o tempo em estúdio e o quanto isso custava. Ele chegava lá em torno das 10, 11 da noite, mas as sessões só começavam depois da meia-noite. Antes ele conversava com todos, brincava e relaxava até estar pronto para gravar. Isso era único, pois quando você está em um estúdio você quer gravar o mais rápido possível porque custa caro. Ele não se preocupava com isso (risos).

Em junho de 1967 The Imperials trabalharam novamente com Elvis, mas você não estava lá.

Não, aquela sessão de 1966 foi a única que fiz com Elvis e os Imperials. Não gravei com ele novamente até 1973.

Em 1972 Elvis gravou 'The Impossible Dream', que aparentemente foi baseada em sua versão.

É exatamente a mesma. Eu não sabia que ele havia gravado até que a ouvi e percebi que ele havia retirado o arranjo diretamente do meu disco. Ele fez uma transposição que se movia na mesma nota. Eu sei que ele se orgulhava de cantar na mesma nota que o original e ele cantou na mesma que eu. Era engraçado de ouvir.

Em setembro de 1973 você tinha um grupo chamado The Rangers.

Sim, foi o primeiro nome que usamos. Estavamos tocando no Grand Ole Opry na época.

Li que Elvis queria que vocês cantassem com Tom Jones em Vegas.

Sim, ele mandou um jato particular e uma limusine para nos levar até o hotel. Nós fomos levados a um quarto onde estavam Elvis, Tom Jones e Bobby Joe Gentry. Cantamos por bastante tempo. No dia seguinte Elvis nos chamou e disse que tinha uma notícia boa e outra ruim. A ruim era que Tom Jones não poderia nos  usar por questões contratuais e a boa era que ele havia bolado uma espécie de contrato e que nós nos interessaríamos bastante. Ele havia escrito em uma folha de papel higiênico! (risos). Não sei o significado daquilo, mas dizia que pela soma de 100 mil dólares nós viajaríamos com ele, comporiamos músicas para sua companhia (Gladys Music) e trabalhariamos com ele. Ele nos perguntou se estavamos interessados, e é claro que estavamos! Um pouco depois ele decidiu que queria que nós abrissemos os shows dele. Na verdade eu acho que ele estava procurando alguma coisa para nós fazermos (risos).

Soube que o Coronel quase se engasgou com o charuto quando ouviu sobre os 100 mil dólares.

Imagino que sim. Não custou nada para ele, mas ele era extremamente controlador. Ele não gostava de nós porque não podia nos controlar. Ele queria controlar tudo á volta de Elvis, tudo que era feito. E ele não tinha nada a ver com aquilo.

Por quê Elvis mudou o nome do seu grupo para 'Voice'?

Elvis recebia um jornal com este nome e ele gostava. Fico feliz que tenha sido 'Voice'. Ele podia ter nos chamado de 'Merda' e nós diriamos: 'É maravilhoso!' (risos).

Vocês discutiam religião com ele?

Sim, frequentemente nos sentavamos à beira da cama dele. Ele 'pregava', por assim dizer (risos). Eu ouvia, mas era um pouco engraçado porque eu não entendia uma palavra do que ele dizia.

No final de setembro de 1973 houve uma sessão de gravação na casa de Elvis em Palm Springs.

Sim, eu lembro porque havia recém feito um transplante de cabelo e ainda estava com as bandagens na cabeça. Durante uma música o sangue começou a escorrer sobre meu olho! Mas eu adorei gravar daquele jeito porque era mais relaxante. Nós gravamos 'Are You Sincere', e essa é a única música de que me lembro porque foi quando o sangue começou a escorrer e eu cantei em bemol no final. Por sorte, acho que eles refizeram aquilo e retiraram as vozes.

Pelo que sei você sugeriu essa canção.

Sim. Eu a cantei em um concurso de talentos. Foi quando eu aprendi: Nunca siga um cão ou de artista infantil! Uma criancinha me venceu, fiquei em segundo. Mas me senti bem, porque Elvis também perdeu aquele concurso em Tupelo! Então, me senti em boa companhia!

A razão para aquela sessão em Palm Springs era fazer o overdub de algumas canções e ele pôs a voz em 'Sweet Angeline'. Dizem que ele trabalhou em uma canção chamada 'Color My Rainbow'. Você lembra dela?

Não lembro. Deve ter sido quando eu sai para reparar minha cabeça ou algo do tipo.

Também existe uma gravação particular daquela época, onde ele canta 'Let Me Be the One' e 'Spanish Eyes'.

Sim, foi em Palm Springs. Nós fizemos um dueto em 'Spanish Eyes'. Foi a Linda Thompson que gravou, porque ela deu uma cópia para o David Briggs e ele me deu uma cópia. Eu a tenho naquela gravação. Quem quer que tenha feito o bootleg onde ela aparece tirou da minha cópia. Estavamos em volta do piano. Ele estava apenas se divertindo.

Você tem alguma memória das sessões no Stax, em Memphis?

Eu lembro que ele cantou a própria harmonia em 'Promised Land'. Ele fez um bom trabalho. Também lembro que ele mandou comprar 40 hamburguers! (risos). Nós todos comemos. Além disso, foi uma ótima sessão. Acho que ele fez um bom trabalho. Eu gostei de cantar com ele lá.

Dizem que ele trabalhou em uma canção chamada 'We Had it All'.

Acho que sim. Eles nunca lançaram ela, mas lembro que ele considerou isso.

Elvis gravou algumas canções naquela sessão com um contrato de publicação exclusivo para o Voice, por exemplo, 'Mr. Songman'.

Sim, lembro que estavamos tocando aquela canção e Lamar Fike entrou e disse: 'Quem escreveu esse pedaço de merda?'. E eu disse: 'Bem, basicamente as mesmas pessoas que escreveram todas as outras merdas que você não tem os direitos de publicação' (risos). Ele não gostava de nada que ele não tivesse os direitos na mão.

A temporada de fevereiro de 1974 em Las Vegas foi a primeira vez em que vocês tocaram ao vivo com ele e vocês tinham dois duetos, 'Help Me' e 'Spanish Eyes'.

Sim, eu tinha gravado 'Help Me' com ele - foi a primeira vez que me ouvi cantando com ele em um disco. Mas 'Spanish Eyes' foi uma total surpresa. Ele me pedia para ir para o centro do palco e eu ficava com muito medo porque não planejava aquilo! (risos). Depois da primeira vez, ele quis fazer várias outras. Em Vegas nós faziamos sessões privadas (Jam) tarde da noite. Para a maioria dos caras era uma ótima oportunidade de conseguir namoradas, porque as garotas ficavam impressionadas se conhecessem Elvis. O problema dessas sessões é que elas eram infindáveis. Quando ele começava, só parava ao amanhecer! Às vezes eram sessões cansativas que duravam a noite toda! (risos).

Parece que 'Softly, As I Leave You' veio de uma dessas sessões.

Sim, estavamos no camarim e Elvis começou a falar sobre ela. Eu conhecia a canção e comecei a tocar no piano e cantar, mostrando a ele como ela era caso ele quisesse cantar. Ele começou a recitar a letra calmamente e o pai dele disse: 'Elvis, isso é lindo. Por quê você não faz isso?'. Foi só o que ele precisou. Ele mandou chamar Glen Hardin e nós a tocamos pela primeira vez no próximo show. Na primeira noite não havia um holofote em mim, eu estava no escuro cantando. Na noite seguinte já havia um holofote em mim e ela se tornou um dueto.

Em março de 74 vocês caíram na estrada com ele. Como era isso?

Era divertido. Muita gente não estava preparada para a excitação de um show do Elvis. Vários guardas tinham as costelas quebradas por fãs que queriam subir no palco. Lembro de uma situação em que estavamos saindo e havia uma mulher deitada no chão com as pernas tremendo. Eu perguntei a um guarda o que tinha acontecido e ele disse que ela ficou tão excitada com Elvis que resolveu pular do balcão e quebrou as duas pernas. Eu fiquei com sentimentos misturados. Eu estava com pena, mas ao mesmo tempo com inveja porque nunca havia encontrado nada tão excitante que me fizesse pular de um balcão! Uma vez Elvis jogou um lenço para uma mulher e ela cometeu o erro de enrolá-lo no pescoço. Havia uma mulher de ou lado e outra do outro e elas estavam cada uma puxando o lenço para seu lado e estrangulando a mulher no meio. Elvis teve que jogar um lenço para cada uma e acho que ele salvou a vida daquela mulher.

Ás vezes acho que ninguém ouvia o que o Elvis estava cantando, porque era muita gritaria. Nós não podiamos ouvir o que estavamos cantando. Lembro de um incidente onde uma garota passou pela segurança e eu estava cantando. Eu literalmente estiquei uma mão, a tirei do chão e continuei cantando! Ela queria chegar até Elvis e eu a segurei e continuei cantando até a segurança pegá-la. Foi um acontecimento engraçado.

Ouvi que havia muito ciume em relação ao Voice, porque vocês tinham posições muito privilegiadas.

Sim, havia muita mesmo. Especialmente Lamar, que sabia que nós tinhamos a oportunidade perfeita de indicar canções para ele. Se ele gravasse uma canção, o compositor ganhava um milhão de dólares em royalties. Isso e o fato de que eramos as únicas pessoas pagas diretamente por Elvis, nós e o James Burton. E isso irritava muito o Coronel. Havia um ou outro caso de inveja, mas nada muito explícito. O único que era óbvio era o Charlie! (risos).

Em março de 1975 vocês fizeram uma sessão com ele em Hollywood, onde ele gravou 'T.R.O.U.B.L.E'.

Sim, eu lembro disso. Ele gostava da música e, uma vez gravada, ele ficou ouvindo a noite toda. Lembro que eu deitei atrás de uma caixa de som e dormi no chão! E tivemos que gravar várias vezes até ficar como ele queria. Isso é interessante, porque dizem que ele odiava rock no fim da carreira e ele adorava aquela canção. Naquele ponto da história, se ele não gostasse de uma música ele simplesmente não gravava. Ele não dava a mínima bola para o que a RCA queria, eles não conseguiam que ele fizesse nada do que eles queriam. Na verdade, eles tinham que mandar carros de som para o local onde ele estava só para fazê-lo ir para o estúdio. Mas ele adorava aquela música.

Uma das músicas daquela sessão, 'Bringin' it Back', era do 'Voice'.

Sim, eu costumava tocá-la no piano para ele. Ela foi escrita por Greg Gordon, que foi membro do Voice por pouco tempo. Ele tinha uma namorada que era extremamente religiosa e não queria que ele cantasse conosco.

De acordo com a história, o Voice se separou entre agosto e dezembro de 1975.

Sim, foi quanto o Elvis parou de fazer turnês por um tempo. Eu havia saído antes no meio de uma turnê porque eu estava desgostoso com tudo, com os problemas do grupo. Eu também achava que o Coronel nos tratava como gado e não gostava nada daquilo. Então eu escrevi uma nota para o Elvis e ele respondeu que se eu não voltasse, ele não faria a turnê. Então eu disse: 'Bem, eu volto, mas só pelo dinheiro'. Foi o Red que me ligou e eu perguntei: 'Ele quer que o grupo todo volte?'. E ele disse: 'Não, ele só quer você'. Então eu decidi o quanto queria para voltar a trabalhar. Era basicamente 2500 por semana e todas as despesas pagas.

Em fevereiro de 1976 Elvis fez uma sessão em Graceland, mas você não estava lá. Por quê?

Eu estava me apresentando no Chattanooga Choo Choo. O Coronel tinha orgulho de nunca nos deixar saber quando uma sessão estava acontecendo. Era uma situação contratual, nós poderiamos ser processados. Eu realmente queria ter estado lá, porque o Elvis havia me falado sobre gravar 'Danny Boy' do mesmo jeito que faziamos 'Softly, As I Leave You', comigo cantando e ele recitando a letra.

Mas você estava lá na sessão de outubro de 1976.

Sim.

O que você me diz sobre 'Fire Down Below'?

Foi a que eu coloquei minha voz para a banda ter uma trilha vocal. Ele nunca chegou a trabalhar nela.

Qual a história por trás do medley 'O Sole Mio / It's Now or Never'?

Bem, estavamos brincando em Graceland uma noite, tentando adivinhar qual a música dele que havia vendido mais, e ele disse que era uma de Enrico Caruso. Então eu comecei a cantar 'O Sole Mio' e ele ficou impressionado por eu conhecer a música. Minha avó costumava cantar para mim. Ele pediu para eu cantar para ele e foi o que fiz. No primeiro show da temporada ele tirou isso da cartola no meio do nada! Pediu para o James dar a nota e eu cantei como se soubesse o que estava fazendo. Aparentemente ele gostou muito, porque fizemos muitas vezes depois.

Outra canção que ele começou a cantar na época foi 'Unchained Melody', mas é você que faz o falsetto no disco.

Sim, ele me pediu para fazer o overdub no estúdio. Na verdade, enquanto ele estava cantando ela, eu estava segurando a nota junto, mas meu microfone não estava ligado. Que eu saiba, aquela foi a única canção da carreira dele que alguém fez overdub no final.

Eu li que nos shows do último ano de carreira, ele pedia para os músicos atingirem a nota por ele quando estava muito cansado.

Ele fazia isso raramente. A maioria das notas eram atingidas por ele mesmo, mas eu as atingia e Ed Enoch também. Ele só queria que tivesse alguém na mesma nota caso ele quisesse parar. Mas 'Hurt' ele sempre fazia sozinho. Mesmo em Cincinnati, quando ele parecia péssimo e devia estar se sentindo péssimo também, ele a fez perfeitamente.

O último concerto em Indianapolis foi também a última vez que você o viu com vida?

Sim, eu estava muito preocupado com ele. Mas mesmo preocupado, eu não achava que ele ia morrer. Eu achava que ele deveria se cuidar mais, ir para um hospital, melhorar a forma. Mas também o admirava por ter aquele espírito de 'o show deve continuar'.

Você foi ao funeral?

Não, nós fomos chamados para um velório particular um dia antes. Eu fiquei ao lado do caixão e a Lisa estava lá também; ela me olhou e eu fiquei sem saber o que dizer. Eu disse a Priscilla que sentia muito e ela me disse que ele costumava ouvir meus discos por horas e que eu havia trazido muita felicidade a ele. Aquilo me fez sentir um pouco melhor.

Sendo cantor profissional, como você avalia a voz de Elvis Presley?

Ele tinha uma voz incrível que foi ficando cada vez mais madura com a idade. Uma das vozes mais versáteis que já ouvi. Ele podia cantar de tudo e eu nunca vi nada igual, nem mesmo hoje. Ele tinha uma voz que podia fazer de tudo. E ele me ensinou a importância de se comunicar com a platéia. Ele tinha a habilidade de fazer parecer que ele estava cantando diretamente para você. Era único.

Love me tender, A Máfia de Memphis,Hononulu- Hawaii

Let's Be Friends: Astros de Love Me Tender

Abaixo listamos os principais astros envolvidos na produção de "Ama-Me Com Ternura" (1956) e seus atuais paradeiros.
______________________________________________________________________________

DEBRA PAGET

Debra teve seus primeiros contatos com os palcos aos tenros 8 anos e trabalhou no rádio entre 1950 e 1956, quando atuou ao lado de Elvis Presley. Segundo ela, Elvis a pediu em casamento durante as filmagens.

Paget não gostava do sistema hollywoodiano que prendia o ator por contrato a um determinado estúdio e quebrou diversas cláusulas por várias vezes. Sem estúdios que a quisessem de forma permanente, a atriz começou a aparecer em papéis mínimos e encerrou sua carreira em 1965.

Debra se tornou Testemunha de Jeová em 1987 e atualmente vive sozinha. Ela tem 79 anos.




Richard Egan, Debra Paget e Elvis, "Love Me Tender".
RICHARD EGAN

Egan começou sua carreira em 1949 atuando em filmes bíblicos e faroestes. Contracenou com Elvis em 1956 e participou de várias séries. Focou muito conhecido por introduzir novos atores no cinema, como o famoso boxeador Ryan O'Neal.

Casou-se com a atriz Patricia Hardy em 1958 e teve cinco filhos. Richard Egan morreu devido a um câncer de próstata em 1987, aos 65 anos.




A Máfia de Memphis

A Máfia de Memphis: 1. Elvis Presley; 2. Charlie Hodge; 3. Sam Thompson; 4. Dick Grob; 5. Red West;
6. Marty Lacker; 7. Lamar Fike; 8. George Klein; 9. Joe Esposito; 10. Sonny West; 11. Jerry Schilling;
12. Vernon Presley; 13. Georges Nichopoulos (Dr. Nick).
FOTO: Casamento de George Klein. 5 de dezembro de 1970.

A Máfia de Memphis era um grupo de amigos, associados, empregados e paus mandados cuja função principal era estar perto de Elvis Presley o tempo todo desde 1954 até sua morte. Muitos deles preenchiam papéis na vida do Rei do Rock, como providenciar sua segurança nas turnês, logística e marcação das datas e locais dos shows. Nesses casos, Elvis pagava salários (definidos pelo Coronel), mas a maioria vivia de benefícios como presentes, carros, casas e bônus. O número de integrantes variou através dos anos, mas a parte central do grupo era sempre composta pelas mesmas pessoas que passavam grandes quantidades de tempo com Elvis.


MEMBROS INICIAIS

Elvis preferia ter à sua volta homens que fossem leais, confiáveis e fizessem a diferença, por isso familiares e amigos de infância eram muito importantes para ele. O grupo começou com os primos de primeiro grau de Elvis, Junior e Gene Smith, o amigo de colégio Red West e o cantor rockabilly Cliff Gleaves. Judy Spreckles parece ter sido a única mulher a integrar o grupo ainda nos anos 50. Entre os primeiros membros também estavam Sonny West, Billy Smith, Charlie Hodge, Lamar Fike e Marty Lacker. Com o passar dos anos a lista de pagamentos cresceu com a entrada de Jerry Schilling, Larry Geller, Joe Esposito, Dave Hebler, Marc Luciano, os irmãos Stanley (Ricky, Billy e David) e vários outros. Biógrafos especializados na Máfia dizem que Elvis a teria formado porque sabia que aquela seria a única maneira de tirar seus amigos de infância e familiares da pobreza.


ORIGENS DO APELIDO E DO TCB / TLC

Por volta de 1960, a mídia adotou o nome para identificar os homens que cruzavam a cidade em limusines pretas, vestidos de preto e com óculos escuros, escoltando Elvis. Uma pessoa que observava a chegada de Elvis a um hotel perguntou "quem são eles, a máfia?" e o apelido decolou. O próprio Elvis teria gostado do nome, embora Priscilla diga o contrário. Segundo ela, Elvis não gostava do nome porque ele poderia ser associado com o crime organizado (que havia tentado tomar conta da carreira de Elvis por diversas vezes).

Já os acrônimos TCB (Taking Care of Business - Tomando Conta dos Negócios) e TLC (Tender Loving Care - Cuidado Tenro e Amoroso) foram criados para definir quem é quem dentro do grupo. Os TCB eram, além de Elvis, os que trabalhavam diretamente para ele (como a banda TCB). Quem recebia pulseiras, colares e jóias com a gravação TLC eram em geral as pessoas que trabalhavam nos bastidores e as mulheres. Apesar disso, praticamente todos tinham jóias com ambos símbolos.


VIDA DE FESTAS

Peter Guralnick escreve: "Elvis e sua máfia passavam dia e noite na farra. Hollywood era um excelente convite para não dormir. Às vezes eles passavam as noites com Sammy Davis, Jr. e o excêntrico Billy Murphy. O Coronel os descrevia como "um bando de velhos". Eles chegaram a se assemelhar ao Rat Pack de Frank Sinatra nas excentricidades. Nick Adams e sua gangue estavam sempre lá também. Elvis e os garotos viviam tomando speed".

Segundo Joe Esposito, "era uma festa que você não acreditaria. Iamos a shows diferentes toda noite e pegavamos dezenas de mulheres para voltar para a festa na noite seguinte. Viamos todos os artistas da época e nunca dormiamos, Viviamos só tomando pílulas para aguentar a noite".


SEGURANÇAS E OUTROS EMPREGADOS

A fama de Elvis que só crescia em 1956 fez com que houvesse a necessidade da criação desse grupo de homens que forneceriam segurança e apoio ao novo Rei do Rock. Quando Elvis alugava cinemas para assistir filmes sem ser incomodados ou parques para andar nas atrações sem multidões aglomeradas a seu redor, sempre ocorriam ameaças de violência física e mesmo de morte por parte de moralistas extremistas e fanáticos. Isso também ocorreu muito durante os anos 70 em Las Vegas. Para ajudar na contenção dessas ameaças e evitar que alguma delas fosse cumprida, homens de confiança formaram a Máfia.

Esses homens providenciavam todos e quaisquer serviços. Joe Esposito foi o organizador das turnês por 17 anos; Sonny West era responsável pela segurança nos shows; Red West havia sido motorista de Elvis, Bill e Scotty em 1954 e providenciava a logística das viagens. Outros membros tinham funções menos próximas de Elvis, mas igualmente necessárias. Segundo Priscilla, cada um recebia um salário semanal de 250 dólares nos anos 60 que posteriormente passou a ser 425 dólares semanais nos anos 70. No Natal, a Máfia recebia bônus em dinheiro. Os mais próximos de Elvis ganhavam festas de casamento, casas, carros e outros presentes.


MÁ INFLUÊNCIA SOBRE ELVIS

Vernon passou a desconfiar cada vez mais de alguns membros da Máfia através dos anos, principalmente após 1972 quando as finanças saíram totalmente do controle e Elvis ainda perderia 50% de sua fortuna no acordo de seu divórcio que sairia em 9 de outubro de 1973. Muitos desses homens deixaram a Máfia por motivos pessoais ou por brigas com Vernon a respeito das finanças, mas voltaram mais tarde.

A briga mais conhecida é a de Vernon com Sonny e Red West. Vernon se preocupava com os possíveis processos que poderiam ser gerados por causa da maneira com que ambos seguranças tratavam os fãs. Vernon ordenou que o Coronel os demitisse com apenas algumas semanas de salário adiantado em 31 de julho de 1976 e tudo acabou em uma grande briga onde Vernon, Elvis, Sonny e Red, saíram desgostosos com a situação.

Isso levou Sonny e Red a escreverem o livro "Elvis: What Happened?", que seria lançado em 12 de julho de 1977. Elvis tentou um acordo monetário com ambos homens para que o livro não fosse publicado, mas nada foi acertado. O Rei do Rock se preocupava muito com as consequências que as revelações contidas no livro fossem gerar, principalmente sobre Lisa. As revelações de que ele era viciado em remédios controlados e das excentricidades fora do alcance da mídia até então não seriam nada boas. Depois do lançamento do livro, Elvis teria se preocupado muito com as repercussões em sua vida e carreira pelas duas semanas de vida que lhe restavam.

Os membros da Máfia por vezes serviam de pais substitutos e isso irritava Vernon. Elvis não ia a lugar nenhum sem eles e mesmo as garotas com quem ele se relacionava reclamavam que não tinham privacidade quando estavam com Elvis porque sempre havia alguém por perto. Billy Smith e sua esposa Jo passavam muito tempo com Elvis em Graceland e nas turnês e sempre diziam: "Elvis passava as noites na cama com nós dois, conversando sobre qualquer coisa. Às vezes ele tinha pesadelos e me procurava para conversar sobre aquilo. Então ele acabava dormindo na nossa cama, não viamos nada de anormal naquilo".

Além disso, a Máfia era a famosa incentivadora do comportamento errático e destrutivo de Elvis. Quando alugavam o Rainbow Rollerdrome em Memphis, eles brincavam de "War" (Guerra), um jogo que Elvis tinha orgulho de ser o criador. Os homens se dividiam em dois grupos e tentavam ferir os membros do grupo oposto de qualquer maneira possível. Outro jogo era o "Whip" (Chicote). A idéia de jogo divertido para Elvis era um que houvesse chance real de se ferir, incluindo o uso de fogos de artifício. Alguns membros da Mafia compravam até 15 mil dólares em fogos. Nesses jogos a divisão era também em dois times que ficavam jogando fogos de artifício um contra o outro. Elvis ficou com uma cicatriz no pescoço por causa de um que o atingiu e um dos seus amigos quase perdeu um olho.


GAROTAS E ACUSAÇÕES DE HOMOSSEXUALIDADE

Vários assistentes do Coronel e membros da Máfia tinham a função de conseguir garotas para Elvis, algumas eram até mesmo famosas estrelas de cinema.

Em suas memórias, Peggy Lipton conta que se sentiu "presa no quarto de Elvis porque ele ficou impotente comigo e eu não podia sair do quarto porque a Máfia estava toda do outro lado da porta". Buzz Cason chegou a falar de um "quarto com um espelho de dois lados, onde os membros da Máfia podiam espiar Elvis e as garotas que ali tinham relações sexuais". Natalie Wood ficou irritada quando Elvis se recusou a fazer sexo com ela e disse mais tarde que não era a única a pensar que "Elvis e a Máfia poderiam ser homossexuais, uma vez que ele sempre usava maquiagem mesmo fora do palco".

Erika Dee Loss enfatizou que "Elvis usava camisetas rosas e pijamas pretos com bolinhas rosas, deliberadamente se mostrando feminilizado" (rosa era a cor da época para as mulheres). Alan Fortas confirmou que "realmente havia especulações de que Elvis era homossexual ou pelo menos bissexual, motivo pelo qual o Coronel quis casá-lo rapidamente". Alguns rumores davam conta de que Nick Adams, um dos atores que sempre andavam com Elvis, era bissexual e eles se envolviam em relações sexuais.

De acordo com a história, Elvis tinha pavor de homossexuais, o que do ponto de vista psíquico é uma forte indicação de que a pessoa seja sexualmente reprimida. Ele até tinha medo de contracenar com Lizabeth Scott em "A Mulher Que Eu Amo" (1957) porque uma revista havia espalhado rumores de que ela seria bissexual e teria uma imensa lista de atrizes com quem se envolvia sexualmente. Elvis também se afastava de qualquer homem que pudesse estar interessado nele sexualmente, o que gerava ainda mais boatos sobre sua repressão. De acordo com Geoffrey Warde Robert Atwan, "a homofobia de Elvis é um padrão Freudiano interessante".


DIFERENTES OPINIÕES

Não é segredo que a Máfia de Memphis despertava muitas suspeitas. Alguns pensavam que aqueles homens não poderiam estar ali apenas por gostarem de Elvis, deveria haver algo mais. Patrick Humphries escreveu que "esses homens eram seguranças, traficantes de drogas, cafetões e pessoas sem habilidades especiais ou ambições na vida que ganhavam menos de 500 dólares por semana para aguentar as paranóias e gritarias de Elvis e esconder seus segredos mais sujos da mídia". Ainda segundo Humphries, "ninguém se sujeitaria a isso por tão pouco". Greenwold complementa que "Elvis frequentemente tinha surtos de violência e xingava muitas pessoas, sendo estranho que alguém quisesse se submeter a isso recebendo quase nada em troca".

Jerry Eden escreveu que ficou "enojado com as duas caras dos primos de Elvis, que claramente só estavam lá pelo dinheiro, presentes, casas, carros e mulheres rejeitadas por ele". Eden adiciona que "eram todos sanguessugas e, aparte de Charlie Hodge e Red West, eram caipiras sem escrúpulos que faziam de tudo para ganhar as coisas de graça. Eles se autointitulavam seguranças, mas na verdade eram apenas homens mesquinhos e interesseiros prontos para puxar o saco de Elvis em troca dos prêmios".

Embora a maioria das opiniões tendam a ir para o lado do que expressam Humphries, Greenwold e Eden, há aqueles que creem que a Máfia de Memphis era composta por gente honesta que só queria ajudar Elvis. Marty Lacker, um dos membros dela, defendeu seus amigos dizendo que "eles estavam lá por tudo, menos por dinheiro e prêmios, pois isso era o que eles menos recebiam. Todos queriam genuinamente cuidar de Elvis e de um do outro como se fossemos irmãos".

Honolulu, Havaí, 17 e 18 de Novembro de 1972

Em preparação para o especial Aloha From Hawaii que seria apresentado em janeiro de 1973, Elvis se apresentou no Havaí em 17 e 18 de novembro de 1972 e deu entrevistas em uma conferência ocorrida no dia 20 do mesmo mês.
_________________________________________________________________________________

17 de novembro de 1972, show das 20h30
(Jumpsuit: Thunderbird)




18 de novembro de 1972, show das 14h30
(Jumpsuit: Black Conquistador)





18 de novembro de 1972, show das 20h30
(Jumpsuit: Aztec Star)





quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

80 anos de Elvis Presley

Há 80 anos, nascia um dos maiores ícones pop de todos os tempos. Elvis Presley teve e ainda tem influência marcante na música, em especial no rock n roll.

Elvis Aaron Presley nasceu na cidade de East Tupelo, no estado do Mississippi, Estados Unidos, há exatos 80 anos. Ele foi o único sobrevivente de um parto de gêmeos univitelinos. Seu irmão, Jessie, nasceu morto. Começou a carreira profissionalmente em 1954, aos 19 anos, apesar de ter registrado músicas no ano anterior. Desde então, o resto é história.



Por um lado, há uma tristeza muito grande por parte dos fãs, pois Elvis morreu de forma muito precoce. Ele foi encontrado morto aos 42 anos, em 16 de agosto de 1977, em sua casa na cidade estadunidense de Memphis, Tennessee, após ter sofrido um colapso fulminante de origem cardíaca. Poderia ter feito muito mais.

Por outro lado, o que Elvis Presley fez já foi suficiente para colocá-lo eternamente no posto de "rei do rock". Não apenas musicalmente, mas esteticamente e em termos de comportamento, Elvis revolucionou. Mais de 30 anos após sua morte, Presley ainda é o artista solo de maior sucesso comercial e com maior número de "hits" nas paradas mundiais de todo o mundo.

Recordista em vendas de discos, Elvis vendeu mais de 1 bilhão de álbuns em todo o mundo.

O legado impressionante de Elvis pode ser sucintamente, em sua homenagem. A nossa intenção é celebrar a vida e a obra deste artista genial.Confira seus videos no Youtube e entrevista com legendas do canal  V1VA ELV1S

https://www.youtube.com/user/aronlevis/

Os fãs sempre se reúnem em todo mundo para celebrar o seu aniversário

Parabéns Elvis Presley


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Elvis Presley continua o Rei do Rock quatro décadas depois de sua morte

Há 60 anos, ainda garoto, o colunista Nelson Motta escutou no rádio um cantor que o marcou para o resto da vida. O primeiro Elvis Presley a gente nunca esquece. Nelson Motta conta por que ainda o chamamos de rei, quatro décadas depois de sua morte.
Sem ele não haveria nem Beatles nem Rolling Stones nem Nirvana. Um caipira americano de voz belíssima que adorava a música dos negros, que não tocava nas rádios brancas, Elvis Presley botou o preto no branco misturando o country com o Rhythm & Blues e criando um novo ritmo que enlouqueceu a juventude em 1954 e foi chamado de Rock'n Roll.
Se, no início, Elvis era pura transgressão na América racista e puritana cantando como um negro, rebolando obscenamente como uma ameaça à juventude e às famílias, no final da vida, milhões de dólares e 50 quilos depois, passou os seus últimos anos cantando sucessos românticos para as famílias americanas em Las Vegas.
Mas entre o rebelde sedutor e o obeso viciado em remédios e comidas, Elvis viveu uma das mais gloriosas e inovadoras carreiras do show business e tornou-se um dos maiores ícones da cultura pop no século XX. Mas, no início, era só rock'n roll pesado e abusado.
Com o tempo e o sucesso, a extraordinária voz de Elvis seria considerada um desperdício para rockzinhos vagabundos e, aos poucos, foram desviadas para baladas românticas e canções populares que faziam sucesso em todo o mundo.
Como o maior ídolo popular da juventude dos anos 1960, Elvis também se tornou uma estrela do cinema. No início, protagonizando bons filmes como "O Prisioneiro do Rock" ("Jailhouse Rock") e "King Creole".
Cada vez mais popular, em seguida, Elvis estrelou uma série de breguices inesquecíveis como "Blue Hawaii" e o musical "Viva Las Vegas", que é um de seus melhores filmes. Elvis criou um ícone tão forte que, até hoje, é o artista mais imitado de todos os tempos.
A fama e a fortuna de Elvis não param de crescer. Os seus fã-clubes se espalham pelo Brasil e pelo mundo mais ativos do que nunca. E, além de ter sido um mito no seu tempo, o cara ainda se tornou a mais popular das lendas urbanas: Elvis não morreu.

Fonte:Globo.com

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

ELVIS 37 ANOS DEPOIS...

Era para ser um dia normal de terça feira, mas algo estaria para acontecer e que iria marcar a vida de muitos nas próximas décadas! Os anos 70 eram brilho, dança, liberdade e guerras também! A década de 50 foi o estopim de liberdade para os jovens, a década de 60 uma revolução e a década de 70 ampliou muitas possibilidades culturais! Alguns astros explodiram na década de 50 e desapareceram depois, ele não! Muitos surgiram na década de 60 e tiveram grande visibilidade e ele continuou! Os Beatles anunciaram o fim no início dos anos 70 e Elvis se reafirmava numa uma explosão de energia! Novas modas surgiram, novos ídolos e ele continuava sendo o Rei, algo que não poderia ser comparado! Mesmo quando não tinha suas canções nas paradas, ninguém ousava dizer que era maior que Elvis! A vida seguia, a tecnologia melhorava muito em relação às décadas passadas e Elvis embarcava num projeto mundial chamado "Aloha From Hawaii" em 1973, o mundo estava novamente a seus pés agora via satélite! Os anos 70 avançam, o Rock fica mais pesado, a TV ganha uma força ainda maior na cultura mundial e milhões de fãs sonham em ter Elvis em seu país, afinal ídolos mais jovens que Elvis já iniciavam suas tours mundiais! Como Elvis continuava nos Estados Unidos, muitos fãs não quiseram esperar e foram até lá, estes nunca iriam se arrepender! A vida prossegue e o Rock fica ainda mais visceral com a explosão do Punk Rock em 1977, muitos optaram dançar ao invés de protestar e foram para as discotecas! Mas ele continuava firme, alguns pressentiram que o fim estaria próximo, outros não imaginavam um mundo sem Elvis! Os primeiros ídolos do Rock chegavam aos 40 anos e ninguém sabia como o mundo iria olhar para eles! Mesmo sendo idolatrado nos 4 cantos do mundo, Elvis tinha suas inseguranças, algo impensável para a maioria dos fãs naquela altura! Gerações cresceram com Elvis e suas vidas eram voltadas para ele! Muitos atravessavam o planeta para vê-lo apenas alguns minutos! Elvis foi muito amado por seus fãs e ele retribuía realizando uma agenda gigantesca de shows! Os shows eram um grande encontro de amigos pois Elvis conversava com seus fãs sem a soberba de muitos ídolos que surgiriam mais tarde, ele era diferente! Os meses passam e numa terça feira do dia 16 de agosto de 1977 algo saiu do normal, pois o normal era ter Elvis ativo, ter o sonho de vê-lo ao vivo e acompanhar seus novos projetos! A dura realidade da vida "disse" aos fãs de Elvis que deveriam agora caminhar sozinhos...pois ele havia partido! A perplexidade pairou sobre o "mundo Elvis", muitos ficaram literalmente "perdidos" sem saber como seriam suas vidas a partir de agora! Caso Elvis fosse esquecido, era como se parte da vida de seus fãs fosse esquecida também, afinal Elvis era a vida deles! O ano de 1977 passou e uma transformação ocorreu novamente no "mundo Elvis", o interesse em torno de sua vida e obra crescia cada vez mais! Os fãs que o acompanharam ainda vivo se desdobravam para que seu nome nunca fosse esquecido! Elvis "ressurgia" novamente e intrigava a mídia mundial, como era possível um ídolo ter tanta fidelidade de seus fãs!? A década de 80 chegou e foi a primeira década sem "Elvis" fisicamente! Porém seu nome e as comparações com outros ídolos não paravam de circular na mídia! Os fã clubes não paravam de surgir em todo o mundo, a impressão é que Elvis sairia em turnê a qualquer momento! A década de 90 chegava ao fim e uma nova geração de fãs começou a se mostrar mais presente, a dos fãs que nem eram nascidos quando Elvis morreu! No final da década de 90 e início dos anos 2000 Elvis "ressurgiu" com muita força na internet mundial! Hoje quase 4 décadas de sua passagem física Elvis continua mobilizando milhões de fãs em torno do mundo, ganhando novos fãs e lotando shows "tributos" em grandes estádios como foi a turnê "Elvis in Concert" e agora "Elvis on Stage"! Hoje podemos dizer que "aquela terça feira" há 37 anos atrás pode ter levado Elvis fisicamente, mas sua essência está até hoje no mundo. Os fãs continuam a viver reservando um grande espaço de suas vidas a Elvis e ele continua mudando as nossas vidas! Ass. Marcelo Neves (Fã Clube Elvis Triunfal).

Artigo Marcelo Neves

ASSÍSTA AO VIVO A VIGÍLIA EM GRANCELAND!!!

                       ASSÍSTA AO VIVO A VIGÍLIA EM GRANCELAND!!!

Hoje é um dia em que se lembra a vida e o legado de Elvis Presley. Mude o seu perfil no Facebook para esta foto para homenagerar ELVIS PRESLEY é a tendência hoje no Facebook e no Twitter. www.ElvisWeek.com

Além disso, você pode ser capaz de se juntar a nós E nas pessoas do Candlelight Vigil anual, você pode assistir ao vivo aqui a partir
ir das 20:00 CT:http://ow.ly/AliOy

                                       
                                         Ao Vivo de Graceland

Você é um fã de Elvis? Graceland aliou-se à Livestream para dar aos fãs a oportunidade de conhecer Elvis on-line através de eventos ao vivo, como o Candlelight Vigil anual, Cerimónia de Iluminação, Aniversário Proclamação Cerimônia e outros eventos interessantes que acontecem aqui na casa de Elvis. eventos de Graceland  são transmitidos digitalmente através Livestream - siga Elvis on-line e sintonizar em qualquer lugar do mundo para ser uma parte de eventos de Elvis aqui em Graceland.
                                           

                                     By Aron Levis e Monique Minha

segunda-feira, 7 de julho de 2014

DOIS AVIÕES DE ELVIS PRESLEY PODEM DEIXAR MUSEU DE GRACELAND!!!

Os proprietários de dois aviões que pertenceram a Elvis Presley disseram ter recebido um pedido para retirar as aeronaves Lisa Marie e Hound Dog II do local que as abriga há 30 anos em frente à mansão de Graceland, em Memphis, no interior dos Estados Unidos.

K.G. Coker, um dos três membros da parceria OKC, dona dos aviões, disse que a Elvis Presley Enterprises não renovou o contrato de exibição dos jatos, que termina em abril de 2015.

Ele declarou nesta quarta-feira (2) esperar que se chegue a algum arranjo para manter os aviões na propriedade de Elvis.

Foto tirada na terça (1°) do avião Lisa Marie, em Graceland, nos Estados Unidos
Foto tirada na terça (1°) do avião Lisa Marie, em Graceland, nos Estados Unidos


PARA ASSINAR A PETIÇÃO PARA QUE NÃO REMOVAM OS AVIÕES DO ELVIS DA EXPOSIÇÃO EM GRACELAND, ENTRE NESTE SITE:
OS AVIÕES DO ELVIS DA EXPOSIÇÃO EM GRACELAND, ENTRE NESTE SITE: http://www.ipetitions.com/petition/dont-remove-

By Monique Minha